Database release:
SDF
NATURA 2000 - STANDARD DATA FORM

For Special Protection Areas (SPA),
Proposed Sites for Community Importance (pSCI),
Sites of Community Importance (SCI) and
for Special Areas of Conservation (SAC)

TABLE OF CONTENTS

1. SITE IDENTIFICATION

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1.1 Type

B

1.2 Site code

PTFAI0007

1.3 Site name

Morro de Castelo Branco - Ilha do Faial

1.4 First Compilation date

1995-06

1.5 Update date

2015-11

1.6 Respondent:

Name/Organisation:- Direção Regional do Ambiente; - Direção Regional dos Assuntos do Mar
Address:               
Email:- DRA: info.dra@azores.gov.pt; - DRAM: info.dram@azores.gov.pt

1.7 Site indication and designation / classification dates

Date site proposed as SCI:1995-06
Date site confirmed as SCI: No data
Date site designated as SAC:2009-06
National legal reference of SAC designation:Decreto Regulamentar Regional n.º 5/2009/A, de 3 de Junho

2. SITE LOCATION

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2.1 Site-centre location [decimal degrees]:

Longitude:-28.754200
Latitude:38.522500

2.2 Area [ha]

126.4200

2.3 Marine area [%]

81.0000

2.4 Sitelength [km]:

0.00

2.5 Administrative region code and name

NUTS level 2 code Region Name
PT20Região Autónoma dos Açores

2.6 Biogeographical Region(s)

Marine Macaronesian (81.00 %) Macaronesian (19.00 %)

3. ECOLOGICAL INFORMATION

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3.1 Habitat types present on the site and assessment for them

Annex I Habitat types Site assessment
Code PF NP Cover [ha] Cave [number] Data quality A|B|C|D A|B|C
      RepresentativityRelative SurfaceConservationGlobal
1160  info      0.00   
1170  info      0.00   
1210  info      0.00 
1220  info      0.00 
1250  info      36  0.00 
4050  info      0.00 
8330  info      0.00   
  • PF: for the habitat types that can have a non-priority as well as a priority form (6210, 7130, 9430) enter "X" in the column PF to indicate the priority form.
  • NP: in case that a habitat type no longer exists in the site enter: x (optional)
  • Cover: decimal values can be entered
  • Caves: for habitat types 8310, 8330 (caves) enter the number of caves if estimated surface is not available.
  • Data quality: G = 'Good' (e.g. based on surveys); M = 'Moderate' (e.g. based on partial data with some extrapolation); P = 'Poor' (e.g. rough estimation)

3.2 Species referred to in Article 4 of Directive 2009/147/EC and listed in Annex II of Directive 92/43/EEC and site evaluation for them

Species Population in the site Site assessment
G Code Scientific Name S NP T Size Unit Cat. D.qual. A|B|C|D A|B|C
      MinMax  Pop.Con.Iso.Glo.
BA028Ardea cinerea                 
BA169Arenaria interpres           
P1755Azorina vidalii    500  1000 
BA144Calidris alba           
BA010Calonectris diomedea    500     
R1224Caretta caretta                 
BA138Charadrius alexandrinus           
P1624Erica scoparia ssp. azorica    2000  5000 
BA179Larus ridibundus           
BA158Numenius phaeopus           
P1653Picconia azorica    100  500 
BA388Puffinus assimilis           
P1471Spergularia azorica    100  500 
BA193Sterna hirundo    51  100   
M1349Tursiops truncatus                 
  • Group: A = Amphibians, B = Birds, F = Fish, I = Invertebrates, M = Mammals, P = Plants, R = Reptiles
  • S: in case that the data on species are sensitive and therefore have to be blocked for any public access enter: yes
  • NP: in case that a species is no longer present in the site enter: x (optional)
  • Type: p = permanent, r = reproducing, c = concentration, w = wintering (for plant and non-migratory species use permanent)
  • Unit: i = individuals, p = pairs or other units according to the Standard list of population units and codes in accordance with Article 12 and 17 reporting (see reference portal)
  • Abundance categories (Cat.): C = common, R = rare, V = very rare, P = present - to fill if data are deficient (DD) or in addition to population size information
  • Data quality: G = 'Good' (e.g. based on surveys); M = 'Moderate' (e.g. based on partial data with some extrapolation); P = 'Poor' (e.g. rough estimation); VP = 'Very poor' (use this category only, if not even a rough estimation of the population size can be made, in this case the fields for population size can remain empty, but the field "Abundance categories" has to be filled in)

3.3 Other important species of flora and fauna (optional)

Species

Population in the site

Motivation

Group CODE Scientific Name S NP Size Unit Cat. Species Annex Other categories
     MinMax C|R|V|PIVVABCD
Anadyomene stellata                   
3019Anguilla anguilla                   
5954Bodianus scrofa                   
Bugula maritima                   
A087Buteo buteo                 
A364Carduelis carduelis                   
A206Columba livia                   
Corallina fficinalis                   
Coryphylia inornata                   
A113Coturnix coturnix                   
Cystoseira abies-marina                   
Daucus azoricus                   
Dictyota dichotoma                   
3021Epinephelus marginatus                   
A269Erithacus rubecula                   
Euphorbia azorica                   
Festuca petraea                   
Foeniculum vulgare                   
A657Fringilla coelebs all others                 
5661Gobius paganellus                   
Guancha lacunosa                   
Halopteris scoparia                   
Juncus acutus                   
Morella faya                   
A261Motacilla cinerea                 
5745Mycteroperca fusca                   
2015Nyctalus azoreum             
Ophioblennius atlanticus                   
Padina pavonica                   
Palinurus elephas                   
Patella aspera                   
Patella candei gomesii                   
Pinna nobilis                   
A650Regulus regulus inermis                 
1090Scyllarides latus                 
Scyllarus arctus                   
A450Serinus canaria                 
Solidago sempervirens                   
A351Sturnus vulgaris                   
Symphodus caeruleus                   
A283Turdus merula                 
Zonaria flava                   
  • Group: A = Amphibians, B = Birds, F = Fish, Fu = Fungi, I = Invertebrates, L = Lichens, M = Mammals, P = Plants, R = Reptiles
  • CODE: for Birds, Annex IV and V species the code as provided in the reference portal should be used in addition to the scientific name
  • S: in case that the data on species are sensitive and therefore have to be blocked for any public access enter: yes
  • NP: in case that a species is no longer present in the site enter: x (optional)
  • Unit: i = individuals, p = pairs or other units according to the standard list of population units and codes in accordance with Article 12 and 17 reporting, (see reference portal)
  • Cat.: Abundance categories: C = common, R = rare, V = very rare, P = present
  • Motivation categories: IV, V: Annex Species (Habitats Directive), A: National Red List data; B: Endemics; C: International Conventions; D: other reasons

4. SITE DESCRIPTION

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4.1 General site character

Habitat class % Cover
N092.00
N0515.00
N086.00
N0176.00
N231.00

Total Habitat Cover

100

Other Site Characteristics

Domo traquítico raro que forma uma península fortemente pronunciada e proeminente, elevando-se a altitudes de 148 m; ocupa uma linha de costa com cerca de 2500 m. As paredes do morro são constituídas por falésias gretadas de pendor elevado. Na zona mais ocidental a falésia prolonga-se até aos 30 m de profundidade. O fundo predominante é caracterizado pela presença de blocos sobre sedimento. O declive do fundo é pouco acentuado em direção à linha de costa, variando entre os 20-25 m, profundidade a partir da qual tem início a parede lisa e vertical que constitui a estrutura do Morro de Castelo Branco. O morro propriamente dito é formado por um misto de materiais piroclásticos de projeção e rochas basálticas do tipo traquitos. A ligação entre o morro e a ilha é formada por rochas vulcânicas do tipo andesitos, andesitos peridóticos e doleritos. Os biótopos presentes nesta zona são característicos de zonas expostas. Altas falésias com e sem vegetação, por vezes em colunas, com grutas de grandes dimensões. Parte do sítio está a recuperar naturalmente, com formações de matos secos macaronésicos. . As encostas são verticais recobertas apenas nos pequenos socalcos e nas paredes existem algumas fendasque formam pequenas grutas, onde se refugiam algumas espécies de elevado valor patrimonial. Áreas marinhas biologicamente ricas. Ocorrem também espécies marinhas endémicas (como a craca Megabalanus azoricus e o bodião-azul Symphodus caeruleus), espécies listadas na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN (como o mero Epinephelus marginatus e a lagosta Palinurus elephas) e na Lista de Espécies Ameaçadas ou em Declínio da OSPAR (como a craca Megabalanus azoricus e a lapa bravaPatella aspera).

4.2 Quality and importance

Por ser uma península isolada, os seus matos costeiros mantêm-se bastante puros. Pelas mesmas razões, é um local importante para aves marinhas. Neste local existe uma importante colónia de cagarros (Calonectris borealis) Cetáceos e tartarugas de passagem frequentam as suas águas. Ocorrem também espécies marinhas endémicas (como a craca Megabalanus azoricus eo bodião-azul Symphodus caeruleus), espécies listadas na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN (como o mero Epinephelus marginatus e a lagosta Palinurus elephas) e na Lista de Espécies Ameaçadas ou em Declínio da OSPAR (como a craca Megabalanus azoricus e a lapa brava Patella aspera).

4.3 Threats, pressures and activities with impacts on the site

The most important impacts and activities with high effect on the site

Negative Impacts
RankThreats and pressures [code]Pollution (optional) [code]inside/outside [i|o|b]
LC01.01o
LD01.01i
MD04.01o
LE03.03o
MF02i
MF05i
MG01.02i
LG02.09i
MH03.03i
MI01i
MK01.01i
ML05i
Positive Impacts
RankActivities, management [code]Pollution (optional) [code]inside/outside [i|o|b]
HA04.03i

Rank: H = high, M = medium, L = low
Pollution: N = Nitrogen input, P = Phosphor/Phosphate input, A = Acid input/acidification,
T = toxic inorganic chemicals, O = toxic organic chemicals, X = Mixed pollutions
i = inside, o = outside, b = both

4.5 Documentation

1. Bannerman, D.A. & Bannerman. 1966. "Birds of the Atlantic Islands" Vol.III, Oliver & Boyd, Londres. 2. Borges, P..A.V., Costa, A., Cunha, R., Gabriel, R., Gonçalves, V., Martins, A.F., Melo, I., Parente, M., Raposeiro,P., Rodrigues, P., Santos, R.S., Silva, L., Vieira, V. (Eds.) (2010). A list of the terrestrial and marine biota from Azores. Princípia, Cascais, 432 pp. 3. Cabral MJ (coord.), Almeida J, Almeida PR, Dellinger T, Ferrand de Almeida N, Oliveira ME, Palmeirim JM, Queiroz AI, Rogado L & Santos-Reis M (eds.) (2005). Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Instituto da Conservação da Natureza. Lisboa. 4. DIAS, Eduardo; Mendes, Cândida; Melo, Cecília; Pereira, Dinis; Elias, Rui; Santos, Eunice; Elias, Sónia (2004). Plano Global de Gestão para a Rede NATURA 2000 – Açores – Áreas Terrestres. Gabinete de Ecologia Vegetal e Aplicada. Departamento de Ciências Agrárias. Universidade dos Açores. 5. DIAS, E. (1996). Vegetação Natural dos Açores - Ecologia e Sintaxonomia das florestas Naturais. Tese de doutoramento. Universidade dos Açores. Departamento de Ciências Agrárias. Angra do Heroísmo. 6. DIAS, E., PEREIRA, D., MEDEIROS, V., MENDES, J. & ELIAS, R. (2007). Distribuição das principais manchas florestais - Açores. In: J. S. SILVA. (ed.). Árvores e Florestas de Portugal – Açores e Madeira. A floresta das ilhas. Público. Lisboa. 7. Direção Regional do Ambiente (2004), Plano Sectorial para a Rede Natura 2000 na Região Autónoma dos Açores, Ponta Delgada, Outubro de 2004.5. 8.Dunn, E. 1984. "Azores Tern Survey". Report RSPB. 3. Haggar, J. 1988. "The structure, composition and status of the cloud florest of Pico Island in the Azores". Biological Conservation 46: 7-22. 9. Hansen, A. & P. Sunding. 1993. Flora of Macaronesia. Checklist of vascular plants. 4, revised edition. Sommerfeltia17, University of Oslo, Norway. 10. Hartog & Lavaleye. 1979. "Bird observation in the Azores". Bocagiana 56: 1-19. Museu Municipal do Funchal. 11. Le Grand, G. 1983. "Checklist of Birds of the Azores". Arquipélago IV: 49-58. Universidade dos Açores. 12. Lupnitz, D. 1975. "Die verticale vegetations gliedemreg auf der Insel Pico (Azoren)". Cuad. Bot. Canar. 23/24: 15-24. 13. Lupnitz, D. 1975. "Geobotanische Studien zur Naturlichen Vegetation der Azoren unter Beruksichtingung chorologie innerharb Makaronesiens". Beitr. Biol. Pflarzen 51: 149-319. 14. Marler, P. & D.J. Boatman. 1952. "An analysis of the vegetation of the northern stopes of Pico (Azores)". J. Ecology 40: 143-155. 15. Martins, H.R.; R.S. Santos; S.J. Hawkins & R.D.M. Nash. 1992. Expedition Azores 89. Ecology and taxonomy of the fauna and flora of the marine littoral. An introduction. Arquipelago - Life and Sciences nº 10: 39-43. 16. Palhinha, R.T. 1989. Relatório da Expedição Científica à Ilha das Flores - 1989. Dep. Biol. Universidade dos Açores. 17. Saldanha, L. Biótopos e espécies marinhas a proteger. pp. 117-125. Actas do Col. Nac. para a Conservação das ZonasRibeirinhas, vol. I. Conselho da Europa - L.P.N., Lisboa. 18. Salz, R. J. 2015. Island Grouper (Mycteroperca fusca) Draft Status Review Report. Report to National Marine Fisheries Service, Office of Protected Resources. July 2015, 69 pp. 19 Sjogren, E. 1973. "Recent changes in the vascular flora and vegetation of the Azores Islands". Mem. Soc. Botan. 22: 1-453. 20. Sjogren, E. 1979. "Contribution to the vascular flora and vegetation of the Island of Corvo (Azores)". Bol. Mus. Munic. Funchal 32(140): 19-87.

5. SITE PROTECTION STATUS

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5.1 Designation types at national and regional level:

Code Cover [%]
PT156.00
PT1681.00
PT0712.00

5.2 Relation of the described site with other sites:

Designated at national or regional level:

Type code Site name Type Cover [%]
PT07Morro de Castelo Branco+12.00
PT15Varadouro - Castelo Branco*6.00
PT16Castelo Branco*81.00

Designated at international level:

Type Site name Type Cover [%]
otherIBA do Faial*81.00
IBA da Baía do Varadouro*18.00

5.3 Site designation (optional)

Domínio Público Marítimo

6. SITE MANAGEMENT

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6.1 Body(ies) responsible for the site management:

Organisation:- Direção Regional do Ambiente – Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente; - Direção Regional dos Assuntos do Mar – Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia
Address:
Email:- DRA: info.dra@azores.gov.pt; - DRAM: info.dram@azores.gov.pt

6.2 Management Plan(s):

An actual management plan does exist:

Yes
No, but in preparation
X
No

6.3 Conservation measures (optional)

Medidas Ativas: - Restauro/Melhoria do habitat 4050 charnecas macaronésicas endémicas, através da remoção e controlo da espécie exótica invasora Arundo donax e da plantação de espécimes das espécies autóctones Erica azorica e Morella faya. - Reintrodução da espécie endémica Myosotis marítima. Medidas legais e administrativas: Plano Sectorial da Rede Natura 2000 - Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/A, de 6 de junho, alterado pela Declaração de Retificação n.º 48-A/2006, de 7 de agosto, e pelo Decreto Legislativo Regional n.º 7/2007/A, de 10 de abril; Decreto Legislativo Regional n.º 46/2008/A, de 7 de novembro, que cria o Parque Natural da Ilha do Faial. Regime jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade estabelecido pelo Decreto Legislativo Regional nº 15/2012/A, de 2 de abril; Plano de Ordenamento da Orla Costeira da ilha do Faial aprovado e publicado pelo Decreto Regulamentar Regional nº 19/2012/A, de 3 de setembro; Portaria n.º 1/2014, de 10 de janeiro alterada pela Portaria n.º 44/2014 de 8 de Julho de 2014 - Regulamento da Apanha. - Condicionantes à colheita, captura, abate ou detenção de organismos , sujeitos a medida de proteção, em qualquer fase do seu ciclo biológico, incluindo a destruição de ninhos e a apanha de ovos, a perturbação ou a destruição dos seus habitats. - Condicionantes à instalação ou construção de infraestruturas . - Condicionantes à construção de novas vias de comunicação ou acessos bem como o alargamento das existentes. - Condicionantes à mobilização do solo e à alteração ao uso do solo. - Condicionantes à alteração do coberto vegetal. - Condicionantes às ações antrópicas com impacte ao nível da estabilidade e taxas de erosão das falésias. - Condicionantes às ações que provoquem alterações dos níveis de ruído e poluição sonora; - Condicionantes às ações que provoquem distúrbios à nidificação. - Condicionantes à prática de atividades desportivas motorizadas. - Condicionantes à circulação de veículos motorizados - Condicionantes ao exercício da atividade cinegética. - Condicionantes ao depósito de resíduos. - Condicionantes à prática de campismo ou caravanismo. - Condicionantes ao lançamento de águas residuais industriais ou domésticas. - Condicionantes à introdução de espécies zoológicas e botânicas invasoras ou não características das formações e associações naturais existentes, nomeadamente plantas e animais exóticos. - Condicionantes à realização de trabalhos de investigação e divulgação científica, ações de monitorização, recuperação, reabilitação paisagística, geomorfológica e ecológica e sensibilização ambiental. - Condicionantes à instalação, afixação, inscrição e pintura mural de mensagens de publicidade ou propaganda. - Condicionantes às ações de controlo de densidade de predadores terrestres. - Condicionantes à caça submarina. - Condicionantes ao exercício da pesca. - Condicionantes à exploração e extração de massas minerais. - Condicionantes à recolha e posse de qualquer elemento ou amostra geológica. Medidas contratuais: - Contratos no âmbito de medidas agro e silvo-ambientais para assegurar a manutenção e conservação do habitat 4050 Charnecas macaronésicas endémicas

 

7. MAP OF THE SITE

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INSPIRE ID:
Map delivered as PDF in electronic format (optional)
Yes
No

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