Database release:
SDF
NATURA 2000 - STANDARD DATA FORM

For Special Protection Areas (SPA),
Proposed Sites for Community Importance (pSCI),
Sites of Community Importance (SCI) and
for Special Areas of Conservation (SAC)

TABLE OF CONTENTS

1. SITE IDENTIFICATION

Back to top

1.1 Type

B

1.2 Site code

PTMIG0021

1.3 Site name

Banco D. João de Castro (Canal Terceira - S. Miguel)

1.4 First Compilation date

1997-05

1.5 Update date

2015-11

1.6 Respondent:

Name/Organisation:Direção Regional dos Assuntos do Mar
Address:               
Email:Direção Regional dos Assuntos do Mar: info.dram@azores.gov.pt

1.7 Site indication and designation / classification dates

Date site proposed as SCI:1997-05
Date site confirmed as SCI: No data
Date site designated as SAC:2009-06
National legal reference of SAC designation:Decreto Regulamentar Regional n.º 5/2009/A, de 3 de Junho

2. SITE LOCATION

Back to top

2.1 Site-centre location [decimal degrees]:

Longitude:-26.608300
Latitude:38.226400

2.2 Area [ha]

1648.3900

2.3 Marine area [%]

100.0000

2.4 Sitelength [km]:

0.00

2.6 Biogeographical Region(s)

Marine Macaronesian (100.00 %)

3. ECOLOGICAL INFORMATION

Back to top

3.1 Habitat types present on the site and assessment for them

Annex I Habitat types Site assessment
Code PF NP Cover [ha] Cave [number] Data quality A|B|C|D A|B|C
      RepresentativityRelative SurfaceConservationGlobal
1170  info      0.00   
  • PF: for the habitat types that can have a non-priority as well as a priority form (6210, 7130, 9430) enter "X" in the column PF to indicate the priority form.
  • NP: in case that a habitat type no longer exists in the site enter: x (optional)
  • Cover: decimal values can be entered
  • Caves: for habitat types 8310, 8330 (caves) enter the number of caves if estimated surface is not available.
  • Data quality: G = 'Good' (e.g. based on surveys); M = 'Moderate' (e.g. based on partial data with some extrapolation); P = 'Poor' (e.g. rough estimation)

3.2 Species referred to in Article 4 of Directive 2009/147/EC and listed in Annex II of Directive 92/43/EEC and site evaluation for them

Species Population in the site Site assessment
G Code Scientific Name S NP T Size Unit Cat. D.qual. A|B|C|D A|B|C
      MinMax  Pop.Con.Iso.Glo.
R1224Caretta caretta                 
M1349Tursiops truncatus                 
  • Group: A = Amphibians, B = Birds, F = Fish, I = Invertebrates, M = Mammals, P = Plants, R = Reptiles
  • S: in case that the data on species are sensitive and therefore have to be blocked for any public access enter: yes
  • NP: in case that a species is no longer present in the site enter: x (optional)
  • Type: p = permanent, r = reproducing, c = concentration, w = wintering (for plant and non-migratory species use permanent)
  • Unit: i = individuals, p = pairs or other units according to the Standard list of population units and codes in accordance with Article 12 and 17 reporting (see reference portal)
  • Abundance categories (Cat.): C = common, R = rare, V = very rare, P = present - to fill if data are deficient (DD) or in addition to population size information
  • Data quality: G = 'Good' (e.g. based on surveys); M = 'Moderate' (e.g. based on partial data with some extrapolation); P = 'Poor' (e.g. rough estimation); VP = 'Very poor' (use this category only, if not even a rough estimation of the population size can be made, in this case the fields for population size can remain empty, but the field "Abundance categories" has to be filled in)

3.3 Other important species of flora and fauna (optional)

Species

Population in the site

Motivation

Group CODE Scientific Name S NP Size Unit Cat. Species Annex Other categories
     MinMax C|R|V|PIVVABCD
Aglaophenia tubulifera                     
Arbacia lixula                     
5917Balistes capriscus                   
Cladosthephus hirsutus                     
Codium adhaerens                     
5611Coris julis                   
5622Dasyatis pastinaca                     
Halopteris scoparia                   
Katsuwonus pelamis                     
Kpyhosus sp.                     
Lithophyllum incrustans                     
Mobula tarapacana                     
Padina pavonica                   
Pinna nobilis                   
5881Thalassoma pavo                   
  • Group: A = Amphibians, B = Birds, F = Fish, Fu = Fungi, I = Invertebrates, L = Lichens, M = Mammals, P = Plants, R = Reptiles
  • CODE: for Birds, Annex IV and V species the code as provided in the reference portal should be used in addition to the scientific name
  • S: in case that the data on species are sensitive and therefore have to be blocked for any public access enter: yes
  • NP: in case that a species is no longer present in the site enter: x (optional)
  • Unit: i = individuals, p = pairs or other units according to the standard list of population units and codes in accordance with Article 12 and 17 reporting, (see reference portal)
  • Cat.: Abundance categories: C = common, R = rare, V = very rare, P = present
  • Motivation categories: IV, V: Annex Species (Habitats Directive), A: National Red List data; B: Endemics; C: International Conventions; D: other reasons

4. SITE DESCRIPTION

Back to top

4.1 General site character

Habitat class % Cover
N01100.00

Total Habitat Cover

100

Other Site Characteristics

Este recife é uma cratera submarina situada a cerca de 40 milhas da Ilha Terceira e da Ilha de São Miguel. Nasce de fundos de 1500 metros com a forma aproximada de um cone. No topo deste cone, a cerca dos 50 metros de profundidade, há uma plataforma de pendor suave e essencialmente arenosa. Este planalto é interrompido, perto do centro, pelo que resta de uma cratera. Esta cratera dispõe-se por uma área com cerca de 600 por 300 metros e tem o seu mínimo de profundidade aos 13 metros. As escoadas lávicas que compõem o cone apresentam morfologia irregular e muitas cavidades. O bordo da cratera, extremamente erodido, apresenta enormes rochas com frinchas onde a atividade hidrotermal é intensa. Na base do cone há algumas acumulações de blocos de rocha misturados com areia. É uma zona muito sísmica. Existem numerosos locais com saída de gases (CO2 (90%), hélio, SH2, metano, etc.). Esteve em atividade vulcânica em 1720-21, tendo formado uma ilha com 1,5 km de diâmetro, posteriormente destruída pelo mar. No Verão, manchas de algas do género Sargassum e de coralináceas eretas cobrem as zonas expostas que não estão tão sujeitas à atividade hidrotermal. As zonas com atividade hidrotermal são caracterizadas pela presença de tapetes de bactérias (grupo Beggiatoa) junto das saídas gasosas e algumas aglomerações de Codium elisabethae. As zonas rochosas mais profundas possuem uma densidade elevada de Zonaria tournefortii. As comunidades pelágicas são particularmente exuberantes, sendo de realçar a ocorrência de espécies de peixes como: cavala-da-índia (Acanthocybium solandri), jamantas (Mobula tarapacana), bicudas (Sphyraena viridensis), patruças (Kpyphosus spp.), bonitos (Katsuwonus pelamis) e serras (Sarda sarda).

4.2 Quality and importance

O recife é uma zona de manifestação secundária de vulcanismo. Devido às suas emanações de gases e água a elevada temperatura (máx. 121 graus C) possui uma importante fauna bacteriana própria desses habitats. A fauna e flora são ricas, com mais de 80 espécies de algas, invertebrados e peixes. Ocorrem várias espécies de cetáceos, assim como tartarugas.

4.3 Threats, pressures and activities with impacts on the site

The most important impacts and activities with high effect on the site

Negative Impacts
RankThreats and pressures [code]Pollution (optional) [code]inside/outside [i|o|b]
LF02i
MF02.01.03i
MF02.01.04i
Positive Impacts
RankActivities, management [code]Pollution (optional) [code]inside/outside [i|o|b]

Rank: H = high, M = medium, L = low
Pollution: N = Nitrogen input, P = Phosphor/Phosphate input, A = Acid input/acidification,
T = toxic inorganic chemicals, O = toxic organic chemicals, X = Mixed pollutions
i = inside, o = outside, b = both

4.5 Documentation

1. Direção Regional do Ambiente (2004). Plano Sectorial para a Rede Natura 2000 na Região Autónoma dos Açores. Ponta Delgada. Outubro de 2004. 2. Forjaz, V.H. (in prep.). Expedição ao Banco D. João de Castro 1996. 3. Frederico Cardigos, Rogério R. Ferraz, Samanta Vizinho, Vanessa Santos, Vera Guerreiro, Fernando Tempera, Pedro Frade& Ricardo S. Santos. 2004. Caracterização Ecológica e Sócio-económica do Sítio de Importância Comunitária Banco D. João de Castro (PTMIG0021) e Medidas de Gestão Propostas. Arquivos Internos do DOP: Série Estudos nº 21/2004: iv + 64 pp.. 4. Santos, R.; J. Gonçalves; F. Cardigos (Projecto de investigação). Biogeography and biodiversity of hidrothermal ventsand cold seep: an international cooperative study ref. nº. INTAS 94-0592.

5. SITE PROTECTION STATUS

Back to top

5.1 Designation types at national and regional level:

Code Cover [%]
PT16100.00
PT0783.00

5.2 Relation of the described site with other sites:

Designated at national or regional level:

Type code Site name Type Cover [%]
PT07Banco D. João de Castro*83.00
PT16Banco D. João de Castro-100.00

Designated at international level:

Type Site name Type Cover [%]
osparBanco D. João de Castro-100.00

6. SITE MANAGEMENT

Back to top

6.1 Body(ies) responsible for the site management:

Organisation:Direção Regional dos Assuntos do Mar - Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia
Address:
Email:Direção Regional dos Assuntos do Mar: info.dram@azores.gov.pt

6.2 Management Plan(s):

An actual management plan does exist:

Yes
No, but in preparation
X
No

6.3 Conservation measures (optional)

Medidas legais e administrativas: Plano Setorial da Rede Natura 2000 - Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/A, de 6 de junho, alterado pela Declaração de Retificação n.º 48-A/2006, de 7 de agosto, e pelo Decreto Legislativo Regional n.º 7/2007/A, de 10 de abril; Regime jurídico da conservação da natureza e da biodiversidade estabelecido pelo Decreto Legislativo Regional nº 15/2012/A, de 2 de abril; Parque Marinho dos Açores estruturado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 28/2011/A, de 11 de novembro. Na Reserva Natural Marinha do Banco D. João de Castro (integrada no Parque Marinho dos Açores, através do Decreto Legislativo Regional nº 28/2011/A, de 11 de novembro), que integra a área marinha protegida OSPAR designada por Monte Submarino D. João de Castro (O-PT-MIG0022) estão interditos: a) Todas as atividades de pesca, com exceção da pesca dirigida a espécies epipelágicas migratórias; b) A exploração de recursos que envolva técnicas invasivas que afetem os fundos marinhos e os ecossistemas associados, incluindo a exploração mineral, geotérmica e biotecnológica; c) A instalação de estruturas para aquicultura e produção de energia, tanto associadas ao fundo marinho como à superfície; d) A deposição de quaisquer materiais com impacte na paisagem submarina e no funcionamento do ecossistema, tais como dragados, entulhos, inertes ou resíduos de qualquer natureza; e) A utilização de quaisquer substâncias tóxicas ou poluentes, ou de explosivos que possam causar dano ou perturbação das espécies em presença; f) A realização de quaisquer atividades que perturbem o equilíbrio natural, nomeadamente a introdução de ruído no meio aéreo ou subaquático que possa causar perturbação nas populações de aves marinhas ou cetáceos, incluindo o uso de sonares navais ativos de alta intensidade, de qualquer frequência, e a utilização de canhões de ar e tecnologias similares para investigação sísmica ou hidrográfica. Ficam condicionados e sujeitos a parecer prévio vinculativo do diretor do Parque Marinho dos Açores os atos e atividades seguintes: a) A investigação científica e monitorização ambiental, incluindo a captura de espécimes; b) A investigação e a exploração arqueológica; c) As ações de conservação da natureza e da biodiversidade e de salvaguarda dos valores naturais; d) A recolha de amostras biológicas ou geológicas; e) O mergulho com escafandro autónomo ou não autónomo; f) A visitação e as atividades de turismo de natureza; g) Filmagens para fins comerciais ou publicitários; h) A realização de provas desportivas e de atividades recreativas organizadas; i) A prática de atividades desportivas motorizadas; j) A instalação de cabos submarinos de comunicações ou de transmissão de energia, condutas de gás, hidrocarbonetos ou outros; k) Qualquer atividade à qual esteja associada a introdução de níveis elevados de ruído no ambiente submarino, durante longos períodos de tempo; l) Lançar âncoras.

 

7. MAP OF THE SITE

Back to top
INSPIRE ID:
Map delivered as PDF in electronic format (optional)
Yes
No

SITE DISPLAY